A ideia dos seus "inimigos" serem os próprios rastros e ações dos seus clones do passado é muito criativa pro tema, criando um sistema de risco e recompensa sensacional onde metralhar sem pensar agora significa encarar um inferno de balas na rodada seguinte. A mecânica da tinta marcando as zonas de perigo no chão ficou absurda pro gamefeel, a arte tbm me lembrou um pouco de TheBinding of Isaac.
Acho que vale ajustar o tempo do cronômetro entre os loops (que tá bem apertado), colocar um alerta sonoro progressivo de fim de tempo e clarear o feedback visual ao tomar dano, e trocar o cursor do Windows por uma mira personalizada (parece bobo mas realmente faz diferença).